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Agnosticismo (parte 1 de 4): O Conceito
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Descrição: Uma breve análise do conceito de agnosticismo.
Por Laurence B. Brown, MD
Publicado em 17 May 2010 - Última modificação em 17 May 2010
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Categoria: Artigos > Evidência de que o Islã é a Verdade > A Existência de Deus

“Não podemos balançar uma corda que está presa ao nosso cinto.”
--William Ernest Hocking


A questão do Agnosticismo é de fundamental importância a qualquer discussão teológica, porque o agnosticismo coexiste de forma complacente com o amplo espectro de religiões, ao invés de assumir uma posição teológica separada ou de oposição.  Thomas Henry Huxley, o originador do termo no ano de 1869 EC[1], afirmou de maneira clara:

“O Agnosticismo não é um credo, mas um método, cuja essência reside na aplicação vigorosa de um único princípio... De forma positiva o princípio pode ser expresso com em questões do intelecto, seguir sua razão até onde ela puder levá-lo sem outras considerações.  E negativamente, em questões do intelecto, não finja que conclusões que não são demonstradas ou demonstráveis são incontestáveis.”[2]

A palavra em si, como Huxley parece tê-la pretendido, não define um conjunto de crenças religiosas, mas ao invés disso exige uma abordagem racional a todo conhecimento, inclusive aquele vindo da religião.  A palavra “Agnosticismo”, entretanto, se tornou um dos termos mais mal aplicados em metafísica, tendo desfrutado de uma diversidade de aplicações.

Em diferentes épocas esse termo foi aplicado a uma variedade de indivíduos ou subgrupos, diferindo profundamente em níveis de piedade e sinceridade de propósitos religiosos.  Em um extremo existem os que buscam sinceramente e que ainda não encontraram verdade substanciada nas religiões com as quais tiveram contato.  Mais frequentemente, entretanto, o desmotivado em relação à religião utiliza o termo para justificar desinteresse pessoal, tentando dessa forma legitimar o escapismo em relação à responsabilidade da investigação séria de evidências religiosas.

A definição moderna de “agnóstico”, como encontrada no Oxford Dictionary of Current English (Dicionário Oxford de Inglês Atual), não é fiel à explanação de Huxley do termo; entretanto, não representa o entendimento comum mais moderno e usual da palavra, que é a de que um agnóstico é uma “pessoa que acredita que a existência de Deus não é comprovável.”[3] Por essa definição, a visão agnóstica de Deus pode ser aplicada de forma variada a entidades hipotéticas como gravidade, entropia, zero absoluto, buracos negros, telepatia mental, dores de cabeça, fome, impulso sexual e a alma humana - entidades que não podem ser vistas com os olhos ou seguras com as mãos, mas parecem ser reais e evidentes.  Claramente, não ser capaz de ver ou segurar alguma coisa específica não necessariamente nega sua existência.  O religioso argumenta que a existência de Deus é esse tipo de realidade, enquanto que o agnóstico defende o direito de tal crença, desde que não sejam exigidos provas.

Como um aparte, a filosofia de que nada pode ser provado de forma absoluta parece ter sua origem em Pirro de Élis, um filósofo da corte grega para Alexandre o Grande, comumente reconhecido como o “pai do ceticismo”.  Embora seja saudável certo nível de ceticismo, até mesmo uma proteção, a posição extrema adotada por Pirro de Élis é um tanto problemática.  Por quê?  Porque o pirronista inveterado logicamente estimula o cético de ceticismo (ou seja, a pessoa que pensa normalmente) a fazer a pergunta: “Você alega que nada pode ser conhecido com certeza... então, como pode estar tão certo?”  Os inimigos da lógica podem criar uma grande confusão pela compilação de paradoxos e compostos filosóficos.  Outro grande perigo é levar ao abandono da lógica, em favor da decisão pelo desejo.  Outro perigo é permitir que a imersão em contorcionismo intelectual suprima o bom senso.

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