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Agnosticismo (parte 2 de 4)
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Descrição: Este artigo discute a afirmação de Huxley sobre agnosticismo.
Por Laurence B. Brown, MD
Publicado em 24 May 2010 - Última modificação em 24 May 2010

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Categoria: Artigos > Evidência de que o Islã é a Verdade > A Existência de Deus

“De acordo com Huxley, a palavra foi elaborada como uma antítese ao “gnóstico” da história da igreja primitiva, e pretendia se opor não apenas ao teísmo e ao Cristianismo, mas também ao ateísmo e panteísmo. Ele pretendeu uma palavra que cobrisse com um manto de respeitabilidade não a ignorância sobre Deus, mas a forte convicção de que o problema de Sua existência é insolúvel. ”[1]

A raposa sem rabo em busca de um “manto de respeitabilidade?” Assim parece, mas quem o culparia?  Era uma época difícil e confusa – em função do ambiente, muitos intelectuais devem ter ficado muito frustrados e se imaginado não apenas sem um rabo, mas sem toda a parte traseira.  Em uma época e lugar em que, como Huxley descreve, a escolha, em termos práticos, era o Cristianismo ou nada, qualquer um que ponderasse sobre as dificuldades teológicas seria forçado a reconsiderar o voto de filiação a qualquer clube cristão exclusivo.  A invenção do rótulo de “Agnosticismo” nasceu sem dúvida da frustração de ter que lidar com aqueles cujas doutrinas podiam ser facilmente desacreditadas por homens e mulheres de intelecto, mas em um vazio teológico em que a alternativa aceitável ainda não estava presente para o mundo de língua inglesa.  O que podia fazer uma pessoa que acreditava em Deus, mas não acreditava nas religiões as quais foi exposta?  A fuga era a única alternativa e, ao que parece, foi exatamente isso que Huxley fez.  Huxley cunhou um termo englobando um conceito antigo que deu a todos que lhe prestaram aliança uma rota de fuga do ambiente acalorado e apinhado da discussão religiosa em direção ao recanto privado das convicções pessoais.

Ainda assim, embora o termo permitisse uma válvula de escape popular para aqueles que fugiam da pressão da discussão religiosa séria na época de Huxley, surge a questão: “O termo tem valor nos dias atuais?” A verdade do conceito permanece, mas a questão não é se existe verdade no conceito, mas se existe valor na verdade.  Uma pedra tem verdade, mas qual é seu valor?  Muito pouco, sob circunstâncias normais.

Então, por um lado o fator “E daí?” permanece.  Resumir o conceito antigo da questão sobre a falta de provas acerca de Deus soa muito claro e prático, mas o conceito da impossibilidade de provas muda a crença de alguém em Deus?  Uma pessoa pode abraçar qualquer dos incontáveis sistemas de crença/descrença ao mesmo tempo em que admite que a verdade de Deus não pode ser provada.  Ainda assim essa admissão não muda a profundidade da convicção que cada pessoa tem em seu coração e mente.

E a maioria das pessoas sabe disso.

Poucos devotos acreditam que podem dar suporte à sua religião ou à existência de Deus com provas absolutas e irrefutáveis.  Desafios crescentes por laicos cada vez mais inteligentes e bem informados têm colocado um fardo impossível da prova sobre o clero das crenças judaica e cristã, em especial.  Perguntas e desafios, que em épocas passadas acarretariam acusações de heresia como medida prática para suprimir a sedição são agora lugar comum e merecem respostas.  O fato de que as respostas da Igreja a tais questionamentos desafiam a lógica e a experiência humana resulta no clero não ter escolha a não ser reverter o desafio para o questionador, na forma da assertiva: “É um mistério de Deus. Você apenas tem que ter fé.” O questionador pode responder: “Mas eu tenho fé - tenho fé que Deus pode revelar uma religião que responderá a todas as minhas perguntas”, para receber o conselho: “Bem, nesse caso, você tem que ter mais fé.” Em outras palavras, uma pessoa tem que parar de fazer perguntas e se satisfazer com o discurso do grupo. Mesmo quando não faz sentido, e mesmo que as escrituras fundamentais ensinem o contrário.

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